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10 Markkaa – 1986 – Finlândia

  • awada
  • 14 de jul. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 27 de jun. de 2023

“É o tempo, e não outro homem, o meu maior adversário” (Paavo Nurmi)

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O finlandês Paavo Nurmi (1897-1973) é até hoje o maior vencedor da história do atletismo nos Jogos Olímpicos com seus nove ouros e três pratas conquistados entre 1920 e 1928. Foi o principal nome do grupo chamado "Finlandeses Voadores", que ao lado de Hannes Kolehmainen e Ville Ritola dominou as provas de fundo e meio fundo nos anos de 1920. Durante 36 anos, ele foi o atleta que mais venceu entre todas as modalidades dos Jogos Olímpicos. Ele só perdeu o posto quando a ginasta Larysa Latynina, da União Soviética, o ultrapassou em Tóquio 1964. Atualmente, ele é o sétimo colocado geral, que tem como maior medalhista o nadador Michael Phelps, com suas incríveis 28 medalhas (23 de ouro, três de prata e duas de bronze). Ele também era conhecido como "Homem Relógio", por sua mania de correr com um relógio na mão para controlar o seu ritmo. Ele participou das Olimpíadas Estocolmo 1920, Paris 1924 e Amsterdã 1928. Aos 35 anos, sua tentativa de participar da Los Angeles 1932 foi frustrada por ser acusado de profissionalismo ao receber reembolso de despesas de viagem, numa época de rigor absoluto sobre os conceitos do amadorismo por parte dos diretores do Comitê Olímpico Internacional. Ele foi impedido de participar e obrigado a assistir àqueles Jogos da arquibancada do estádio. Embora posteriormente tenha sido reintegrado como amador nas corridas nacionais, ele continuou a ser excluído das competições internacionais, uma decisão que o deixou amargurado para o resto da vida. Contudo, Paavo Nurmi voltou à arena olímpica em 1952, quando carregou a tocha na cerimônia de abertura dos Jogos de Helsinque. O incomparável Finlandês Voador estabeleceu 22 recordes mundiais oficiais e 13 não oficiais, e tem três estátuas homenageando seus feitos, que estão em sua cidade natal, Turku, no lado de fora do estádio Olímpico de Helsinque, e no parque do Museu Olímpico de Lausanne, na Suiça. Em 2012, Paavo foi imortalizado no Hall da Fama do Atletismo, criado no mesmo ano como parte das celebrações pelo centenário da IAAF, o órgão que gere o atletismo em nível mundial.

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