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5 Dollars – 2016 – Austrália

  • awada
  • 13 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 13 de dez. de 2025

A nova geração de cédulas de polímero, bonitas e mais seguras.




As cédulas de polímero são fabricadas a partir do BOPP (polipropileno biorientado), um material sintético que permite a incorporação de recursos de segurança avançados, muitos deles impossíveis de serem aplicados às cédulas tradicionais de papel. Entre esses recursos destacam-se janelas transparentes, elementos ópticos complexos e efeitos visuais dinâmicos, que dificultam significativamente a falsificação. Uma das principais vantagens das cédulas de polímero é sua durabilidade superior. Elas resistem melhor à umidade, à sujeira e ao desgaste do manuseio diário, permanecendo em circulação por um período consideravelmente maior do que as cédulas de papel. Essa longevidade reduz a necessidade de reposição frequente, contribuindo para a diminuição dos custos operacionais ao longo do tempo e para um menor impacto ambiental. Diferentemente das cédulas de papel, que normalmente são trituradas e descartadas em aterros sanitários, as cédulas de polímero fora de circulação podem ser recicladas, sendo transformadas em diversos produtos plásticos de uso cotidiano. Por outro lado, o polímero também apresenta desvantagens. O custo inicial de produção é mais elevado, exigindo investimentos tecnológicos consideráveis. Além disso, em alguns países houve resistência do público, motivada pela sensação tátil diferente, maior rigidez ou dificuldades de manuseio em determinadas condições climáticas. A dependência de poucos fornecedores internacionais do substrato e das tecnologias de segurança também é um fator limitante para algumas autoridades monetárias. Desenvolvidas pelo Banco da Reserva da Austrália, as cédulas de polímero foram lançadas em 1988 e adotadas integralmente no país em 1992. Desde então, vários países passaram a utilizá-las exclusivamente, enquanto outros, como o Brasil, testaram sua introdução, mas recuaram devido a custos e aceitação limitada. Em termos técnicos, essas cédulas costumam apresentar três níveis de segurança: primários, facilmente reconhecíveis pelo público; secundários, detectáveis por máquinas; e terciários, acessíveis apenas à autoridade emissora. Apesar do avanço dos meios de pagamento digitais, a tendência indica que o polímero continua sendo, para muitos países, a solução mais avançada para unir segurança, durabilidade e eficiência no dinheiro físico.

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