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100 Won – 1978 – Coréia do Norte

  • awada
  • 13 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de dez. de 2025

Segundo a Human Rights Watch, a Coréia do Norte é “um país sem as mais básicas liberdades de expressão, religião e consciência.”




Kim Il-Sung (1912–1994) foi o fundador e líder da Coreia do Norte desde 1948 até sua morte. A partir de bases marxista-leninistas, desenvolveu a “ideologia Juche”, centrada na autossuficiência nacional e sustentada por um intenso culto à personalidade. No país, ele é reverenciado como o “Grande Líder” e permanece oficialmente, segundo a Constituição norte-coreana, o “Presidente Eterno”. As datas de seu nascimento e morte são celebradas como feriados nacionais. A Coreia esteve sob domínio japonês de 1910 a 1945. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, o território foi dividido provisoriamente ao longo do paralelo 38 entre zonas de ocupação soviética e norte-americana por um acordo posterior entre os EUA e a URSS. Nesse contexto, Kim Il-Sung, um guerrilheiro comunista que havia colaborado com os soviéticos, tornou-se o principal líder da área norte. Em junho de 1950, após autorizações estratégicas obtidas em Moscou e Pequim, a Coreia do Norte lançou uma invasão surpresa contra a Coreia do Sul, capturando Seul nos primeiros dias do conflito. Em resposta, o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizou uma coalizão internacional liderada pelo general Douglas MacArthur. A guerra terminou em 1953 com um armistício, não com um tratado de paz, deixando a península dividida até hoje ao longo da Zona Desmilitarizada, próxima ao antigo paralelo 38. Kim Il-Sung consolidou no Norte um Estado extremamente centralizado e repressivo, modelo mantido por seus sucessores — seu filho, Kim Jong-Il (1941–2011), e seu neto Kim Jong-Un (nascido em 1982 ou 1983, com o ano exato ainda incerto). Estima-se que o país mantenha dezenas de milhares de presos políticos e opere um dos regimes mais fechados do mundo. Seu exército ativo ultrapassa 1,2 milhão de soldados, figurando entre os maiores do planeta, além de o país possuir capacidades nucleares declaradas desde 2006.

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